
CURSO DE INTRODUÇÃO ÀS PSICOTERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS DE 3ª GERAÇÃO
Julho 28, 2026Quando a doença mental passa a ter um nome
Dar um nome ao sofrimento pode ser o primeiro passo para começar a compreendê-lo — e, muitas vezes, para procurar ajuda.
O Observador publicou um testemunho particularmente relevante sobre o impacto que o diagnóstico de uma doença mental pode ter na vida de uma pessoa: “Como a minha vida mudou (para melhor) quando a doença mental passou a ter um nome”.
O artigo acompanha a história de José Estevez, que vive com Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC), e mostra como compreender aquilo que estava a acontecer consigo lhe permitiu olhar para a sua experiência de outra forma.
Durante muito tempo, os sintomas de uma perturbação mental podem ser vividos em silêncio, confundidos com características da própria personalidade ou acompanhados por sentimentos de culpa, vergonha e incompreensão. Quando finalmente existe uma explicação para aquilo que se sente e vive, pode surgir também alívio, compreensão e a possibilidade de procurar o apoio adequado.
Falar de saúde mental é, por isso, também uma forma de combater o estigma.
Na Domus Mater, acreditamos na importância de promover uma sociedade mais informada, atenta e capaz de reconhecer o sofrimento psicológico sem preconceitos. Conhecer, compreender e falar sobre as perturbações mentais é fundamental para que ninguém tenha de enfrentar o seu sofrimento sozinho.
Convidamo-lo a ler este testemunho no Observador.
Ler o artigo completo no Observador
Porque, por vezes, dar um nome ao que nos acontece é também começar a encontrar um caminho para viver melhor.




